Morte de Gugu: como este trágico acidente pode nos ensinar algo?

 A morte de Gugu é com toda certeza um dos assuntos mais comentados e tristes do momento.

Indiscutivelmente o ano de 2019 é por si só um dos mais conturbados que já vivemos e a morte de Gugu vem para enaltecer tudo isso.

Apresentador Gugu Liberato: como sua morte pode nos ensinar?

A morte de Gugu: como a queda aconteceu?

Aos 60 anos, Antônio Augusto Moraes Liberato morava em Orlando na Flórida com sua família, a esposa e os três filhos.

Mas no dia 20 de Novembro de 2019, ele subiu ao sótão de sua casa para trocar o filtro de ar condicionado e sofreu uma queda de cerca de 4 metros de altura, onde bateu a cabeça.

Segundo informações de sua esposa, Rose Di Matteo, ela só ouviu o barulho de Gugu caindo ao chão. A Rose é médica e estava decidida a levar seu esposo para o hospital, mas preferiu ligar para o resgate que chegou em 5 minutos.

Com toda agilidade nos primeiros atendimentos, Gugu foi internado no hospital  Orlando Health em estado grave. Mas não resistiu e o óbito se confirmou no dia 22 de Novembro.

A morte de Gugu pode ter como causa a falta de percepção de riscos?

Embora muitas sejam as especulações, não podemos afirmar ao certo o que aconteceu. Além disso, é necessário ter cuidado com as informações lançadas, pois a família está muito abalada com o ocorrido.

E não é para menos. Um acidente muda por completo a vida de todos, não é mesmo?

Mas voltando às causas do acidente, o que podemos considerar é que as condições do sótão não permitiam nenhum acesso e isso era um fato desconhecido pelo Gugu.

E sobre a percepção de riscos?

A percepção de riscos consiste exatamente em analisar e conhecer um determinado ambiente e as situações potenciais que podem levar ao acidente.

Além disso, a percepção pode se valer de nossas aptidões físicas e mentais para determinadas tarefas. Gugu não poderia ter chamado algum profissional para realização dessa atividade?

Qual aprendizado fica com a morte de Gugu?

Indiscutivelmente a morte mexe conosco, pois muda tudo em poucos segundos.

Mas no que tange ao Gugu, podemos considerar como aprendizado o seguinte:

  • Reconhecer o ambiente em que estamos inseridos e os riscos do mesmo;
  • Avaliar nossa capacidade para o desenvolvimento de determinadas tarefas;
  • Manter uma comunicação clara a respeito da tarefa a ser executada;
  • Não trabalhar sozinho.

Outro ponto muito importante é que nada se compara à vida e ela deve sempre estar acima de tudo. Então a Segurança nunca pode ser esquecida ou ser praticada apenas na empresa.

Que Deus conforte a toda a família do Gugu Liberato!

Fonte de consulta: Google e Wikipédia

Autora: Maria Lima/Coordenadora de SST Prolife Itabirito

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Rodrigo Oliver
Sou Engenheiro de Segurança do Trabalho e Higienista Ocupacional, daqueles que estão sempre falando de segurança, então a ideia é compartilhar com vocês as coisas que acredito e que têm possibilitado um grande sucesso na nossa empresa. Aqui são dezenas de pessoas trabalhando para encontrar a solução mais incrível na redução dos acidentes de trabalho e das doenças ocupacionais.