Técnico de Segurança do Trabalho: Somos todos TST!

Técnico de Segurança do Trabalho: Indiscutivelmente todos nós, mesmo que sem formação técnica, somos TST, pois se trabalhamos em prol da vida, já estamos pregando à prevenção de acidentes no trabalho.

Então de uma forma especial, o dia 27 de Novembro é uma data em que se comemora o dia do Técnico de Segurança do Trabalho e também do Engenheiro de Segurança.

Técnico de Segurança do Trabalho
Somos todos TST!

Mas qual o motivo para comemorar o dia do Técnico de Segurança do Trabalho em 27 de Novembro?

 Certamente essa a dúvida de muitos, não é mesmo? Mas já vou explicar:

A escolha desta data está relacionada com a lei nº 7.410, de 27 de Novembro de 1985, que é responsável por regularizar as profissões de TST e também de Engenheiro de Segurança.

Sendo assim ficou válida e justa a homenagem! Concordam?

Qual a finalidade da profissão de Técnico de Segurança do Trabalho?

Antes de continuarmos, é importante frisar que o objetivo do profissional TST é justamente trabalhar em prol da vida.

Inegavelmente, existem profissionais e profissionais, mas isso não vem ao caso agora.

Como também não vem ao caso a desvalorização destes profissionais, e tão logo vamos comentar sobre as principais dificuldades encontradas ao longo do artigo.

Então de uma forma simples, podemos dizer que a finalidade da profissão de Técnico de Segurança do Trabalho é certificar que todas as medidas preventivas para evitar acidentes sejam tomadas.

Além disso, o TST tenta garantir que a saúde dos trabalhadores não seja afetada pelas atividades ocupacionais cotidianas.

Ah e não estranhe o termo “tenta”, porque exatamente segurança do trabalho não se faz sozinho, então o Técnico de Segurança do Trabalho não deve ser confundido com super- herói.

Quais as principais dificuldades encontradas pelo Técnico de Segurança do Trabalho?

Tanto o TST como o Engenheiro de Segurança, encontram muitas dificuldades para desempenharem as suas funções dentro do ambiente ocupacional.

Abaixo listei algumas que me foram repassadas pelos profissionais atuantes, tais como:

  • Inexistência ou falta de apoio da direção da empresa;
  • Falta de recursos financeiros para execução dos trabalhos;
  • Aumento de serviço por ter que fiscalizar empresas terceirizadas;
  • Formação precária que resulta em não saber elaborar documentações, não saber entender as NR’s e outras leis;
  • Dificuldades em escrever e usar os recursos digitais;
  • Problemas de relacionamentos com a chefia imediata e o chão de fábrica gerando uma falta de apoio ao setor;
  • Baixos salários e falta de plano de carreira;
  • Mercado saturado;
  • Falta de proatividade e união dos colegas de mesma função;
  • Falta de amor pelo o que faz, muitos profissionais trabalham pelo dinheiro, não importando com o valor da segurança. “Fazendo o arroz com feijão somente”;
  • Os cursos oferecidos no mercado não são abrangentes e nem dinâmicos. Muitos são cópias de outros.

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Mas continuando…

  • Técnico de segurança deve atuar em segurança e não em outras funções;
  • A empresa deve sempre focar na qualidade de seus profissionais de segurança, ofertando aos mesmos cursos e outras capacitações;
  • O Técnico  de Segurança do trabalho deve ser ouvido e valorizado, não deve ser procurado para resolver “os pepinos” que aparecer;
  • Falta feeling de serviços: um intercâmbio entre o técnico de campo e o técnico analítico deve acontecer com frequência para troca de experiências;
  • Falta clareza das empresas quando contrata o técnico: Na entrevista fala que para executar o serviço A e na prática é totalmente diferente.

O que o Técnico de Segurança do Trabalho e o Engenheiro de Segurança devem fazer para reverter às situações acima?

Primeiramente, tanto o TST como o Engenheiro, precisam reconhecer a importância de suas funções e trabalhar com amor.

Obviamente que a valorização profissional deve ser consequência de tudo isso, mas se não tiver amor pelo que faz nada vai adiantar. E isso é fato!

Outro ponto importante é se manter atualizado e preparado para atender as diversas áreas da segurança do trabalho.

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Um profissional qualificado e atualizado e com amor pelo que faz, já é um diferencial de mercado!

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Atualmente temos o recurso digital para nos ajudar, então se você quiser você pode ser a diferença que quer ver no ambiente de trabalho.

Infelizmente é válido reconhecer que o Brasil está passando por uma fase crítica que atinge milhões de trabalhadores e para o setor de SST não é diferente.

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Então é isso pessoal, além de sermos todos TST, o nosso dia é HOJE!

Autora: Maria Lima/Técnica de Segurança do Trabalho e Gestora Ambiental

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Rodrigo Oliver
Sou Engenheiro de Segurança do Trabalho e Higienista Ocupacional, daqueles que estão sempre falando de segurança, então a ideia é compartilhar com vocês as coisas que acredito e que têm possibilitado um grande sucesso na nossa empresa. Aqui são dezenas de pessoas trabalhando para encontrar a solução mais incrível na redução dos acidentes de trabalho e das doenças ocupacionais.