Uma fome diferente. 14-07-15

Quase quatro mil executivos de empresas de todos os setores e níveis de atuação ficaram trancados, das 09 às 19 horas, durante três dias, em busca do conhecimento. A Expo-Management 2006, o maior evento de executivos do mundo, anualmente realizado pela HSM em São Paulo, trouxe as maiores autoridades em gestão, marketing e vendas para uma platéia ávida de idéias que possam fazer a diferença num mundo cada vez mais igual. De Jack Welch, aclamado como maior executivo do século XX, a Luiz Felipe Scolari, o técnico, todos falaram de fórmulas para o sucesso em ambientes extremamente competitivos. Foram treze palestrantes; treze pontos de vista; treze caminhos. 

conhecimento

Quem esperava uma fórmula mágica e única entendeu que o mundo em que vivemos é o da diversidade, das múltiplas opções, nenhuma totalmente errada, nenhuma isoladamente certa. Cada pessoa, cada executivo, cada ser humano deve buscar seus caminhos com base na sua história, na sua realidade, na sua visão de futuro. É preciso, como nunca, ampliar a nossa capacidade de aprender o novo, desaprender o velho e de mudar.
A fome que assolava aquele imenso auditório não era, certamente, de pão material, de farinha e fermento. Era fome de conhecimento. A fome era de informação e a sede era de saber. E essa fome de conhecimento e essa sede de saber são, paradoxalmente, insaciáveis. Quanto mais se sabe, mais se quer saber e quanto mais se quer saber, mais se compreende de que nada ou pouco se sabe e, então, se descobre que a fome de conhecimento e a sede de saber não têm fim. Esta é a era do conhecimento. É a sociedade da informação.
Como recrutar e selecionar talentos? Como reter os melhores? Como diferenciar a nossa empresa sem agregar custos? O que fazer para conquistar, manter e fidelizar clientes? O que a ciência e a tecnologia estarão oferecendo daqui a cinco anos e que poderão tornar meus produtos obsoletos, meus serviços totalmente dispensáveis? Afinal, quem é o meu cliente? Qual o meu foco? Estas e outras dúvidas continuaram sem respostas, pois elas estão dentro de cada um de nós, da nossa realidade, de nossa visão. Caminhos foram mostrados e exemplos foram dados. Mas a receita, tão desejada, não existe e já sabíamos disso. Assim, participar de cursos, seminários, debates, palestras é hoje essencial para que não percamos a vontade de aprender, de cismar, de questionar, de mudar. Aprender é uma corrida, sem linha de chegada e perdedores serão aqueles que dela não participarem.

Pense nisso. Sucesso!

Fonte: Luiz Marins

 

Rodrigo Oliver
Sou Engenheiro de Segurança do Trabalho e Higienista Ocupacional, daqueles que estão sempre falando de segurança, então a ideia é compartilhar com vocês as coisas que acredito e que têm possibilitado um grande sucesso na nossa empresa. Aqui são dezenas de pessoas trabalhando para encontrar a solução mais incrível na redução dos acidentes de trabalho e das doenças ocupacionais.